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sábado, 31 de outubro de 2015

tinta permanente - João Pires - "A boleia de Andreia"

Ela morava numa curva na estrada nacional, numa barraca velha feita de cartões, no lado oriental da cidade, no lado errado do caminho.

Às vezes, no trajecto para a cidade nós dizíamos:
- Mãe, podemos dar-lhe boleia?

Por vezes ao passar por ela, fazíamos com que ela rodasse a sua cabeça de alegria até perceber que o carro tinha parado para lhe dar boleia.

E suas mãos balanceavam com a brisa. Olhos selvagens, verde-esperança, loucos os de Andreia.
Na descida ao longo da estrada, passando à porta do Xico, o velho carro azul que já foi de corrida, cruzou a mercearia da esquina com o letreiro à porta “Vadios longe desta porta”.

Mas o pequeno grupo de maltrapilhos com garrafa na mão ali mesmo à conversa, não sabia ler.
Numa noite de trovoada rachando misericórdia dos céus até à terra, Andreia na sua barraca de cartão, apoiada à janela, sonhava que estava a voar alto, muito acima das árvores, sobre as colinas.

Mas olhou em seu redor e apenas viu paredes forradas com jornais. E os trovões bombavam no céu a toda a força.

Na manhã seguinte quando nos preparávamos para abrandar naquela curva e dar boleia a Andreia, ela não estava lá. Apenas marcas de pneus de automóvel desenhados na estrada em direcção à frágil barraca de cartão.

Parámos o carro e seguimos as marcas de pneu rasgados para fora da estrada, atravessando o campo, em direcção à casa de papelão meio destruída. A casa da Andreia estava mesmo desfeita. Tememos o pior. Podíamos encontrar a Andreia no meio do caminho. Onde ela pára? Ninguém sabe!



terça-feira, 13 de outubro de 2015

"À procura dos iogurtes" - por Tiago Pires (10)

- Há iogurtes em casa ? - indaguei eu para a minha mãe.
- Não, não há. Parece que sumiram do frigorifico - exclamou a mãe confusa.

A certa altura, resolvi ir procurá-los. A minha irmã também me acompanhou porque gostava de ir procurar objectos, mas odiava iogurtes. 

Procuramos por toda a casa e não encontramos nada! Pensamos onde mais podíamos procurar. De súbito fez-se luz nas nossas cabeças e surgiu uma ideia:

Procuramos debaixo do solo. Tomamos a direcção do jardim, e aí escavamos por muito tempo, até encontrarmos um túnel. Por aí entramos cheios de curiosidade para saber qual era o seu objectivo.

Logo de seguida, ouvimos um ruído que pareciam raízes de plantas a moverem-se na nossa direcção. Estas apanharam-nos e quase nos estrangularam, até que li numa raiz duma planta:

"Calma é o segredo para o sucesso!"

Logo pensei que se eu tivesse calma elas poderiam soltar-me e assim aconteceu. Eu pedi à minha irmã para manter a calma, mas ela não conseguiu. Isto fez-me lembrar o conto de fadas que tinha lido no outro dia na biblioteca do Colégio, lá aprendi que as raízes não suportavam a luz, por isso apontei-lhes um espelho cheio de luz, e ela largou a minha irmã. 

Depois de derrotarmos essa planta, avistamos ao longe uns iogurtes que aparentavam estar vivos. Eles vieram na nossa direcção e perguntaram se nós os queríamos provar. Nós provamos e adoramos, pois tinham sabores matreiros, dos quais se destacavam: vomitado, feijão, mas também havia de fruta. Quando a minha irmã experimentou estes iogurtes descobriu a sua magia.

Tiago Pires (10)

sábado, 10 de outubro de 2015

"A Carta" (PT) - por Tiago Pires (10)

Querida avózinha,


Estou a escrever-te esta carta, porque queria dizer-te para não te preocupares mais com o Puchy porque ele vai melhorar se tu não lhe deres  tanta comida com sal. Apenas tenta lembrar-te de quando ele era pequeno, corria atrás do carro tão feliz, pela rua acima, sem parar, até ao fim!


Não fiques cabisbaixa, tenho a certeza que ele vai melhorar.


A Kika também está bem, pois como tu sabes, não gosta de peixe. Para além disso ensinei-lhe a fazer um truque: entrar dentro da minha mochila.


Em casa passa-se tudo bem. A mãe já resolveu os seus problemas e eu estou bem. Espero a tua resposta atentamente.


Fica mais descansada. Não te preocupes mais com o Puchy.


As melhoras para o Puchy e que recupere rapidamente.


Muitos beijinhos.

Tiago  


Tiago Pires (10)

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

“Sapatilha de Corrida” por Tiago Pires (10)

Muitas vezes, imaginamos o que faríamos se tivéssemos os poderes de um super-herói.



“Sapatilha de Corrida” por Tiago Pires (10)


Eu sou uma sapatilha pálida, sem cor nem beleza. Passei toda a minha vida (até agora) à procura do meu par, até que o encontrei. Agora vivo no armário de madeira. Eu vivo nesta casa tão pobre aqui.


“Sapatilha de Corrida” por Tiago Pires (10)


Nesta casa, mora o Joca e a mãe, são pobres, mas ricos por dentro, porque se amam muito.


Naquele dia belo de Maio, o Joca estava doente. Pedia laranjas. Era buliçoso, por isso levantou-se da cama, ainda enfermo e indagou-me o que é que podia fazer para ganhar dinheiro. Procurei uma resposta e informei-o que havia uma corrida, cujo vencedor ganhava muito dinheiro. Nem perdemos mais um segundo, ele calçou-me e fomo-nos inscrever para a corrida. Já no ponto de partida, ouviu-se um apito estridente. Nós corremos os dois tão rápido, que nem uma flecha nos conseguia apanhar!

Os outros começaram a ficar para trás, então desacelerei o passo do Joca, sim porque era eu que controlava a sua velocidade, não fosse o Joca cansar-se rapidamente. Eu estava a ser complacente com o Joca, pois queria que ele ganhasse a corrida. Mal notamos que os outros corredores estavam a divagar, aceleramos o passo e ganhamos a corrida.


Com este dinheiro todo, a família do Joca continuou unida, mas com dinheiro para fazer face às dificuldades da vida.

Tiago Pires (10)   

terça-feira, 6 de outubro de 2015

"Imagine you were doing part of the alphabet" (EN) - Tiago Pires (10)

"Imagine you were doing part of the alphabet" (EN) - Tiago Pires (10)




Hello, I am the "I"! I am a lazy, smart and very cheeky. Also I love insects!
My adventure began that rainy autumn day. I was accompanied by two points. We went there because we wanted to visit the amazing forest.

It was night and the fireflies glittered. We found a place to sleep: the old oak.

We woke up early to go see the splendid sunset. Its rays shone. When we went to the big lake, we passed a slender tree and green canopy. From there came a gloomy raven, who told them:

- Help me. Please.

I exclaimed as soon as yes, then he took us to a poor scarecrow. It was made of straw and had a jacket patches. Just begged me to give you to know the world. I tried to help him and asked my friends birds to show them the world. And so it happened, the Scarecrow went around the world and never felt sorry.

I came home with my friend and from there never was lazy.

Tiago Pires (10)

"Imaginez que vous faisiez partie de l'alphabet" (FR) - Tiago Pires (10)

"Imaginez que vous faisiez partie de l'alphabet" (FR) - Tiago Pires (10)




Bonjour, je suis le "je"! Je suis un paresseux, intelligent et très coquine. Aussi je adore les insectes!
Mon aventure a commencé ce jour d'automne pluvieuse. Je suis accompagné par deux points. Nous y sommes allés parce que nous voulions visiter la forêt étonnante.

Il faisait nuit et les lucioles brillaient. Nous avons trouvé un endroit pour dormir: le vieux chêne.

Nous nous sommes réveillés tôt pour aller voir le magnifique coucher de soleil. Ses rayons brillaient. Lorsque nous sommes allés au grand lac, nous avons adopté une arbre élancé et auvent vert. De là est venu un corbeau sombre, qui leur a dit:

- Aide-moi. S'il vous plaît.

Je écriai dès que oui, alors il nous a emmenés à un pauvre épouvantail. Il a été fait de paille et avait une veste correctifs. Juste me pria de vous donner à connaître le monde. Je essayé de l'aider et demandé à mes amis les oiseaux pour leur montrer le monde. Et il en fut ainsi, l'épouvantail fait le tour du monde et n'a jamais senti désolé.

Je suis venu à la maison avec mon ami et à partir de là jamais été paresseux.


Tiago Pires (10)

“Imagina que fazias parte do alfabeto” (PT) - por Tiago Pires (10)

“Imagina que fazias parte do alfabeto” (PT) - por Tiago Pires (10)





Olá, eu sou o “I”! Sou um indolente, inteligente e muito insolente. Adoro igualmente insetos!
A minha aventura começou naquele dia chuvoso de outono. Estava acompanhado pelos dois pontos. Fomos lá, porque queríamos visitar a floresta assombrosa.


Era de noite e os pirilampos reluziam. Encontramos um sítio para adormecer: o velho carvalho.


Acordamos bem cedo para ir ver o esplendoroso pôr do sol. Os seus raios brilhavam. Quando íamos para o lago grande, passamos por uma árvore esguia e de copa verdejante. De lá saiu um corvo macambúzio, que lhes disse: 

- Ajudem-me. Por favor.


Exclamei logo que sim, então ele levou-nos até um pobre espantalho. era feito de palha e tinha um casaco de remendos. Logo me implorou para lhe dar a conhecer o mundo. Tentei ajudá-lo e pedi aos meus amigos pássaros para lhes mostrarem o mundo. E assim aconteceu, o espantalho deu a volta ao mundo e nunca mais ficou triste.


Eu voltei para casa com o meu amigo e a partir daí nunca mais fui indolente.

Tiago Pires (10)

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

"Imaginez que vous avez fait ..." (FR) par Tiago Pires (10)

"Imaginez que vous avez fait ..." par Tiago Pires (10)

Je suis venu à Mars, il y avait des Martiens partout. Ils ont eu quatre yeux et une oreille. Ils étaient verts. Ils mangeaient alors qu'ils volaient sur leur planète sans gravité. Je suis étonné!
Je suis allé à l'école. Quand je suis arrivé là, je compris qu'ils parlaient une autre langue. Je essayé de comprendre:

- Rfvai? (qui est-ce?) - on disait.

Je entendu la cloche et regardé attentivement la pièce. Ils ne pouvaient lire dans le noir! L'enseignant écrit au tableau et nous copiavamos, mais je l'ai fait non pas parce qu'il vit dans l'obscurité. Je attendu pour la classe était terminée et je suis allé chercher mon cintre, puis remarqué que les Martiens avaient aucune suspension, mais des monstres qui étendaient la langue à laquelle ils ont accroché leurs manteaux.

Je me suis accroché mon manteau et je suis allé à l'aire de jeux. Ils ont joué à une chose appel rdr à mieux se connaître. Je jouais le RDR et je reconnaissais un ami de la planète Terre. Ensemble, nous nous trouvons et casques jets et nous sommes allés à notre planète, en particulier pour le Portugal.
Quand je suis arrivé chez moi, je me suis endormi et juste savais que ça ne va jamais oublier que différents journée d'école.

"Imaginez que vous avez fait ..." par Tiago Pires (10)

"Les Loups" (FR) - par Tiago Pires (11)

"Les Loups" - par Tiago Pires (11)

Le soleil est apparu derrière les montagnes, étirement avec ses rayons d'or, provoquant les moelleuses sommets enneigés blanches des montagnes se fondent.

Les loups se sont réveillés et à peine sortis de leurs terriers commençaient leur chasse du matin avec de l'air affamé, car ils ne mangent plus, il ya quelques jours.

Il était un paquet de vingt loups et ils ont tous protégé l'autre. Un élan effleuré la première petites herbes qui sortait honte au milieu de la neige blanche, alors que le peloton dans la distance, préparer stratégiquement leur chasse.

Le mâle alpha était noir et costaud, avait l'habitude de sit et contempler la lune, heures et des heures sur la fin. Je pense qu'il voulait savoir qui vivait là ou servant alors la lune.

Ce jour-là, comme il a visité la montagne, je me croisai avec une touche d'une meute de loups qui. Ce loup qui pourrait être une menace pour moi, me salua aimablement comme si je devais un membre de votre famille. Il semblait même que m'a jamais rencontré. Louveteaux ont eu des bébés jouer partout.

Puis je me suis couché sur le froid, la terre humide et ils me léchais tout comme si elles voulaient que je devienne son frère.

A ce moment, je me suis senti un éclat de bonheur, comme un millier de roquettes me prennent dans les nuages. Je ne voulais pas partir. Je me rendis compte que je ne suis pas un étranger pour eux et qu'ils avaient déjà appris à me faire confiance.

Décidément ces voyages, je pris sur la montagne pour mon divertissement, a également servi à les loups de ce pack rendu compte que je ne suis pas une menace pour eux, mais que je pouvais devenir votre ami.

"Les Loups" - par Tiago Pires (11)

"The Wolves" (EN) - by Tiago Pires (11)

"The Wolves" - by Tiago Pires (11)

The sun appeared behind the mountains, stretching with its golden rays, causing the fluffy white snow peaks of the mountains melt.

Wolves woke up and barely came out of their burrows were beginning their morning hunting with hungry air, as they eat no longer a few days ago.

It was a pack of twenty wolves and they all protected each other. An elk grazed the first small herbs that stuck out ashamed amid the white snow, while the pack in the distance, strategically preparing their hunt.

The alpha male was black and burly, had the habit of sit and contemplate the moon, hours and hours on end. I think he wanted to know who lived there or then serving the moon.

On that day, as he toured the mountain, I crossed me with a touch of a wolf pack that. That wolf which could be a threat to me, greeted me kindly as if I were a member of your family. It even seemed that ever met me. Cub Scouts had babies playing everywhere.

Then I lay down on the cold, damp earth and they licked me all over as if they wanted me to be his brother.

At that moment, I felt a burst of happiness, like a thousand rockets take me to the clouds. I did not want to leave. I realized that I was not a stranger to them and that they had already learned to trust me.

Decidedly those trips I took on the mountain for my entertainment, also served to the wolves of that pack realized that I was not a threat to them, but that I could become your friend.

"The Wolves" - by Tiago Pires (11)

"Os Lobos" (PT) - por Tiago Pires (11)

O sol aparecia por trás das montanhas, espreguiçando-se com os seus raios dourados, fazendo com que a neve branca e fofa dos picos das montanhas derretesse.

Os lobos acordavam e mal saíam das suas tocas, iniciavam a sua caça matinal, com ar faminto, como se já não comessem há alguns dias. 

Era uma alcateia de vinte lobos e todos eles se protegiam uns aos outros. Um alce pastavam as primeiras ervinhas que despontavam envergonhadas por entre a neve branca, enquanto a alcateia lá ao longe, preparava estrategicamente a sua caçada.

O macho alfa era preto e corpulento e tinha o hábito de se sentar e ficar a contemplar a lua, horas e horas a fio.  Penso que ele quisesse saber quem lá vivia ou para que servia então a lua.

Nesse dia, enquanto passeava pela montanha, cruzei-me com uma toca de um lobo daquela matilha. Aquele lobo que poderia ser uma ameaça para mim, recebeu-me amavelmente como se eu fosse um membro da sua família. Até parecia que já me conhecera. Havia lobinhos bebés a brincar por todo o lado. 

"Os Lobos" - por Tiago Pires (11)


Então deitei-me na terra fria e húmida e eles lamberam-me todo como se quisessem que eu fosse seu irmão.

Nesse momento, senti-me a explodir de felicidade, como se mil foguetes me levassem até às nuvens. Não queria sair dali. Percebi que eu não era um estranho para eles e que já tinham aprendido a confiar em mim.

Decididamente aqueles passeios que eu dava na montanha para meu entretenimento, serviram também para que os lobos daquela alcateia percebessem que eu não era uma ameaça para eles, mas que me poderia tornar seu amigo.

sábado, 12 de setembro de 2015

"I came to Mars" by Tiago Pires (10)

I came to Mars, there were Martians everywhere. They had four eyes and one ear. They were green. They ate as they flew on their planet without gravity. I was amazed!

I went to their school. When I came there I realized that they spoke another language. I tried to understand it:

- Rfvai? (who's that?) - one said.

I heard the bell and watched carefully the room. They could only read in the dark! The teacher wrote on the board and we copied, but I did not because he saw in the dark. I waited for the class was over and I went looking for my hanger, then noticed that the Martians had no hanger, but monsters that stretched the language to which they hung their coats.

I hung my coat and went to the playground. They played to a call rdr thing to know each other better. I played the rdr and I recognized a friend of planet Earth. Together we find ourselves jets and helmets and went to our planet, specifically for Portugal.

When I got to my house, I fell asleep and just knew it was never going to forget that different school day.

Tiago Pires (10)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

"Imagina que fazia..." por Tiago Pires (10)

Cheguei a Marte, havia marcianos por todo o lado. Eles tinham quatro olhos e uma orelha. Eram verdes. Comiam enquanto voavam no seu planeta sem gravidade. Fiquei espantado!
Dirigi-me ao colégio deles. Quando entrei lá entendi que eles falavam outra língua. Tentei entendê-la:
- rfvai? (quem é aquele?) - disse um deles.

Ouvi a campaínha e vi com atenção a sala. Eles só conseguiam ler no escuro! A professora escrevia no quadro e nós copiavamos, mas eu não porque não via no escuro. Esperei que a aula acabasse e fui procurar o meu cabide, aí reparei que os marcianos não tinham cabide, mas sim monstros que esticavam a língua para que lhes pendurassem os casacos.  

Pendurei o meu casaco e fui para o recreio. Eles jogavam a uma coisa chamada rdr, para se conhecerem melhor. Joguei ao rdr e reconheci um amigo do planeta Terra. Juntos pegamos nos jatos e nos capacetes e fomos para o nosso planeta, mais concretamente para Portugal.
Quando cheguei à minha casa, adormeci e só sabia que nunca mais ia esquecer aquele dia de escola diferente.

por Tiago Pires (10)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Poesia: "Alma Lusiada" por Euclides Cavaco

Poesia

Ser português
É ser diferente
É ter alma Lusíada
É saber estar ausente
E em qualquer lado
Gostar de tudo
O que evoca a Pátria
E nos inspira amor
A esse cantinho
À beira mar plantado !…

autor:

Euclides Cavaco

poema completo (http://www.euclidescavaco.com/Poemas_Ilustrados/Alma_Lusiada/index.htm)

Joao Pires